| O Galo e a Polícia: a trajetória do maior Bloco de Carnaval do Brasil e sua representação para a Segurança Pública na atualidade (1978 a 2012) |
Marcelo Martins Ianino |
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| “O Império contra-ataca”: a escravidão e a pena de morte em Pernambuco (1822 – 1860) |
André Carlos dos Santos |
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| As elites de Santo Antônio – Poder, representações e sociabilidade – o caso da Irmandade do Santíssimo Sacramento (1791 – 1822) |
Weber Carlos Andrade da Silva |
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| O teatro da guerra e a invenção do Brasil holandês: o esforço das duas coroas na retomada pela capitania de Pernambuco, de 1630 a 1635 |
Hugo Coelho Vieira |
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| “Educar para o belo”: Arte e política nos Salões de Belas Artes de Pernambuco. 1929 – 1945 |
José Bezerra de Brito Neto |
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| Quando ser gay era uma novidade: aspectos da homossexualidade masculina na cidade do Recife na década de 1970 |
Sandro José da Silva |
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| O Costume da praça vai à Casa: as transformações urbanas e suas influências sobre os costumes da classe burguesa do recife oitocentista (1830 – 1880) |
Sandro Vasconcelos da Silva |
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| Viver e morrer sob o rosário: rituais e práticas na Irmandade do Rosário dos Pretos da vila de Santo Antônio do Recife no século XVII |
Raquel Cristiane Muniz Florêncio |
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| Brincantes do silêncio: a atuação do estado Ditatorial no Carnaval do Recife (1968 – 1975) |
Diogo Barreto Melo |
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| O “Belo sexo” sob vigilância: o controle das práticas cotidianas e formais de resistência das mulheres pobres livres, libertas e escravas no Recife oitocentista (1830 – 1850) |
Grasiela Florêncio de Morais |
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